Vens naquela vontade de escrever...
na repetição do ar a cada momento
e no poder da existência.
Inerente a cada som, cheiro, ou apenas porque és...
Muito mais que o apenas e só.
No tal Presente Perfeito, a distante inserenidade
que leva os rios ao mares... mas sempre bifurcados...
Um dia...
Nos números que te traduzem,
Nas letras que te são,
porque até a perfeição é imperfeita...
Porque o és em ti mesmo,
sem que o sejas por ninguém,
nem mesmo por ti...