Aturo-me e desaturo-me. Farto-me de olhar sem nada ver, ou sem nada apreender. Não sei, não me conformo com a quietude de espírito; esforço-me em ser quem não sou só porque as pedras ao sol brilham mais, quando eu quero apenas ser árida e intrepretada assim. Basta de filas em torno de mim, de azáfama em voltar àquilo que sempre me fui, que é um nada em eterno vácuo. Basta de penitências, que as não mais sei como me penalizar. Basta de ser-me. Bato asas. Vou-me daqui para o ilimite. Não volto. Não encontro o separador de mim que me faz o imprinting da vida. Não sei a cor desta pasta. Nem do separador que a compõe, porque não, eu não sei onde estou. Não. Não sei onde estar.
Bato asas.
Bato asas...